Encontramos momentos na vida, que nos inspiram, para divulgarmos aquilo que a nossa própria alma sente. Com certeza, estes momentos nascem numa experiência interior, quer dizer, num profundo diálogo com Deus. Estes momentos nascem, quando mergulhamos dentro da nossa alma e nós nos perguntamos: de onde viemos, onde estamos e para onde caminhamos? E encontramos a resposta neste profundo diálogo com Deus - quando Ele se torna, para nossa existência, o Caminho, a Verdade e a Vida. Assim, compreendemos, que o Senhor nos convida a cumprir uma grande missão: que todos possamos nos chamar de irmãos e de seus filhos.

É preciso que exista mais amor e união entre nós, para que possamos ser a semelhança e a imagem de Jesus Cristo. Foi ELE que afirmou que veio para que todos tenham vida e a tenham em abundância.

Nestas reflexões, quero convosco mergulhar no fundo das nossas almas e procurar viver a vida conforme nos foi dada.

Pe. Jan Zasowski

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Nossa Senhora de Fátima


Quem é Maria?
Mãe de todos nós.

E em nome de Deus vem com a  mensagem para toda a humanidade. Não faz o discurso, mas o pedido.
Repetiu aquilo o que Jesus ensinou e o que os Evangelistas tinham nos comunicado.

Maria  pede a mudança dos nossos corações.
Ela nos pede voltarmos para o caminho que Jesus nos  ensinou. Este caminho exige de nós  uma renovação de nossas vidas e um olhar mais  profundo de fé.

Só sendo humildes, abertos aos apelos de Deus, transformaremos a tristeza em alegria e ascenderemos a  luz onde dominam as trevas.

Neste crescimento e nesta conversão Maria vem nos orientar e  animar.
Nós só precisamos abrir o nosso coração, para que Deus possa nele  habitar.

Maria. Mãe de Deus e nossa Mãe, ajuda-nos a  discernir melhor a nossa vocação de cristãos.


Pe. Jan Zasowski


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Um homem preparou uma grande ceia e convidou a muitos ( Lc 14,16 )


Somos todos convidados para o banquete da felicidade. Todos sem exceção. Porque todos somos famintos. Famintos de justiça. Também eu e você. E nós pedimos aos homens a justiça, mas eles nos ensinaram a vingança e a violência.

Você e eu pedimos um pouco de bem, e os homens nos pegaram com a moeda de ódio  e do desprezo. Mas hoje para você e para mi chega este grande convite, o Senhor nos manda dizer: “Vem, tudo está pronto .... bem aventurados os que tem fome de justiça, porque serão saciados”.

Estamos todos sedentos. Sedentos de felicidade. Também eu e você. Bebemos de qualquer  água. Como os soldados da guerra do deserto. Bebemos a água dos poças, mas  sentimos na boca o amargura da corrupção e na garganta uma secura mais aguda e obstinada. Esmolamos na esquina de todas as ruas como os mendigos, pedindo aos transeuntes um pouco de amor verdadeiro, desinteressado, sem subentendidos, mas os outros nos jogaram moedas de sensualidade, que consumiu toda nossa juventude e nos deixou o coração vazio.
Mas eis que hoje uma voz nova nos diz: “ Eu lhes darei uma água que lhes saciará  para sempre”. Venham pois a grande ceia”.

O Senhor enviou os seus servos para chamá-los.  Chegou a vocês o seu chamado:  uma palavra, um livro, um gesto, um conselho, um acontecimento, um exemplo, uma exortação. Ele bateu nas nossas portas e continua ainda batendo,  de dia,  de noite...  Fez-nos um aceno na estrada, em determinado lugar,  no trabalho,  na solidão ...  Por que eu e você continuamos tão fechados e acomodados? Por que não nos  movemos?  O que esperamos? Por que desejamos morrer de fome? Por que sofremos tanta sede, com a fonte que temos tão perto?

Vamos, portanto, para a ceia, que já está pronta . Vamos vestir roupa nova, vamos depressa,  ainda há  tempo.  Falamos que ainda não temos esta roupa. Não devemo-nos desesperar, podemos adquiri-la por pouco preço, basta um pouquinho de humildade. Há uma grande fábrica de roupas novas. Dou-lhes endereço: caminho da Igreja, primeiro confessionário à direita, seguindo à esquerda,  ou na casa paroquial marcar o horário com padre. Joguemos  fora esta roupa velha que vestimos até hoje.  Esta  roupa velha está suja demais. Mas não vamos nos envergonhar!

Vamos tirar fora a veste dos nossos vícios, a veste do pecado, da luxúria. Vamos tirar fora  a veste da blasfêmia. Vamos jogar fora a veste da avareza, da ambição, da gula. Toda  essa roupa é dos miseráveis.  Por isso fora, fora toda  sujeira: seremos puros e livres!

Vamos vestir a roupa nova, o hábito de graça, da virtude, da inocência e da dignidade, o hábito da festa e da alegria. Vamos ao banquete, tudo está pronto.

Há os grandes convidados: os pobres em espírito, os puros de coração, os sofredores, os mansos, os misericordiosos,  os pacificadores,  os perseguidos, os injustamente caluniados, os simples, os justos, os santos. Todos nos aguardam!

Por que ainda estamos esperando?  Vamos abrir as portas e vamos ao encontro para participar deste banquete, desta festa.. O tempo passa rápido demais!


Só assim tudo em nós começará a cantar, a cantar com paz, com força, com segurança.


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quarta-feira, 24 de julho de 2013

Terço - Rosário

Gostaria falar sobre uma Senhora chamada Tia Teca.

Tia Teca, uma brasileira, pessoa muito humilde vendia as verduras numa venda em pequena cidade.
Um dia foi vender as verduras na casa de um senhor e lá no jardim dele perdeu o seu terço, que rezava todos os dias.
Sentiu a falta do seu terço e voltou para procurá-lo.
Sabia que o dono do terreno, onde ela perdeu o terço não entende bem do valor do terço.

Já percebeu isso, quando voltando para casa dele, o encontrou com sorriso de ironia, quando ele dizia: Tia Teca senhora perdeu o seu deus aqui no meu jardim. Tia Teca sendo pessoa calma e ponderável, respondeu com serenidade e sabedoria: Eu, nunca perdi o meu Deus. Estou fiel a Ele no meu batismo que estou praticando na Igreja Católica e seriei fiel ao meu Deus para sempre, até a minha saída deste mundo para a casa do Pai.

O homem ficou impressionado com a resposta tão clara desta humilde mulher.
Quis convencê-la que esta corda que ela procura, poderia mudar para algo mais importante. E mostrando para Tia Teca o terço, que ela perdeu com sorriso bastante irônico lhe perguntou: Senhora Tia Teca, não quer trocar estas cordas com as sementes do Evangelho. De novo Dona Teca com serenidade e paciência respondeu: Senhor eu não sei ler, mas eu medito o Evangelho, eu medito a palavra de Deus todas as vezes, que eu rezo o meu terço.

O homem, que questionava a devoção católica da Tia Teca, começou a se interessar como nestas cordas pode se meditar a Palavra de Deus.
Por favor, Tia Teca, gostaria de saber como senhora medita a Palavra de Deus com a oração do terço.

De novo Tia Teca com simplicidade e serenidade respondeu como ela reza o terço:
Quando pego na cruz, me lembro como o Nosso Senhor Jesus Cristo sofreu na cruz por causa dos nossos pecados. Jesus  foi crucificado para salvar toda a humanidade.

Quando pego primeira conta do terço, me lembro que existe um só Deus Criador do céu e da terra.
Quando pego três próximas contas, me recordo das três pessoas da Santíssima Trindade׃  Pai, Filho e Espírito Santo.
Quando pego na seguinte conta, me lembro quando Jesus ensinou os apóstolos a rezar o Pai Nosso.

Quando estou meditando cada mistério e cada mistério do terço tem cinco partes. Tudo isso me recorda cinco chagas de Jesus na cruz.

Cada parte do mistério há dez Ave Marias, que me lembram os dez mandamentos de Deus, que Deus revelou ao Moises e próprio Jesus nos recordou sobre o seguimento da nossa vida seguindo os dez mandamentos:

O rosário, que eu rezo, contêm  mistérios da Alegria, Luminosos, Dolorosos e Gloriosos.
Bem cedo de manhã, quando me preparo para iniciar a caminhada do novo dia, agradecendo também que Deus me concedeu mais um dia de vida, medito os mistérios da alegria, para que eu possa realizar bem o dia nas alegrias e dificuldades e assim me recordo a Sagrada Família e sua vida de dedicação e confiança total diante de Deus.

No meio dia, quando já me sinto um pouco cansada por causa dos afazeres, medito os mistérios luminosos, que recordam coragem e também entrega total de Jesus no serviço e na missão de evangelizar.

A tarde, quando já trabalhei bastante, medito os mistérios dolorosos, que me recordam difícil caminho de Jesus no calvário com a cruz.

Quando está terminando o dia e devo me recolher para descansar, isto é, ir dormir depois do cansaço do dia, em que venci todas as dificuldades, me recordo que Jesus venceu todas as dificuldades, venceu a morte, o pecado e Resuscitou e trouxe para nós a alegria, que é eterna. Eu também medito que me preparo cada dia para esta grande alegria, que me espera um dia na glória com Deus e com todos os santos na eternidade.

E agora, tudo o que eu expliquei sobre a meditação do terço, Senhor me responde׃ eu medito ou não a Palavra de Deus?

O senhor, que nunca entendia a devoção do terço, ficou impressionado com explicação da Tia Teca e disse: Tia Teca, eu gostaria aprender rezar como senhora. Por favor, a senhora me ensine rezar o Santo Rosário.  E Tia Teca respondeu׃ Com grande alegria lhe ensinarei esta bela meditação do Evangelho de Jesus Cristo Nosso Senhor.


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segunda-feira, 22 de julho de 2013

Os anjos no mundo



Os anjos bons são os ministros de Deus para o gloria do Criador e a salvação dos homens. Desde os primeiros séculos, os cristãos crêem que cada ser humano tem seu anjo da guarda; isto estaria insinuado em Mt 18,10.
Tornou se comum esta crença, que a Igreja soleniza mediante a festa dos Santos Anjos da Guarda (dia 2 de outubro).

Quando os anjos maus, Deus lhes concede a autorização de tentar os homens: “Simão, Simão ! Olhe que Satanás pediu permissão para peneirar vocês como trigo...” (Lc. 22, 31...)
 “Por isso faça festa o céu.  Alegrem-se  os que ai vivem. Mas ai da terra e do mar, porque o Diabo desceu por  meio de vocês. Ele está cheio de grande furor, sabendo, que lhe resta pouco tempo.” (Ap 12,12).

O texto nos mostra que a finalidade disso é o fortalecimento da virtude dos bons, portanto em vista de um fim providencial. Satanás não é todo poderoso; Santo Agostinho o compara a um cão acorrentado, que pode ladrar muito, mas não pode morder senão a quem se lhe chega perto.

São Paulo diz que Deus não permite que sejamos tentados acima das nossas forças, mas, com a tentação, nos dá os meios de sair dela vitoriosos. “Vocês não foram tentados, alem do que podiam suportar, porque Deus é fiel e não permitira que sejam tentados acima das forcas que vocês tem. Mas junto com tentação, ele dara a vocês  os meios de sair dela e a forca para suportá-la.” (1Cor 10,13).

Além das tentações, a Sagrada Escritura menciona a possessão diabólica. Esta é um estado em que o demônio  se serve de corpo da pessoa, falando por este e movendo-o à blasfêmia e às convulsões, sem que o possesso consiga resistir-lhe; porém, a vontade do possesso fica isenta de pecado. Pergunta-se: é possível tal estado de coisas?

Distinguimos. Os Evangelhos nos dizem que Jesus encontrou possessos e as exorcizou, confirmando em todos os observadores a impressão de que existe a possessão diabólica .
Ora, se não houvesse possessão, Jesus não somente teria realizado uma farça teatral (para se adaptar a uma crença dos judeus), mas teria confirmado os homens no erro, isto, porém, é inaceitável, pois Jesus mesmo declarou: Para isto nasci e vim ao mundo, para dar o testemunho da verdade (Jô 18, 37). Por conseguinte, é de crer que nos tempos de Jesus havia possessos.

Na história da Igreja foram, e são até hoje, apontados casos de possessão diabólica. A Igreja admite a possibilidade de tal fenômeno, por isto tem um  ritual de exorcismo. Todavia, os progressos de psicologia e da medicina revelam que muitos dos sintomas outrora atribuídos à ação direta do demônio, não são senão efeitos patológicos, nervosos, ou parapsicológicos. Em conseqüência, devemos ser sóbrios diante de notícias de possessão diabólica.

No  Brasil principalmente, onde a grande maioria dos casos, apresentados como de possessão, não são senão estados mórbidos; todavia, a presença dos cultos afro-brasileiros e espíritas entre nós, facilmente sugere para as pessoas impressionáveis a idéia de que uma doença nervosa, renitente e feia é resultado da possasao diabólica. Quanto mais os pacientes admitem isto, tanto mais se sugestionam, apavoram e prejudicam. Daí a necessidade de esclarecimento ao povo de Deus: Existe, sim, o demônio, mas a sua ação visa mais a introduzir ao pecado do que às doenças ou desgraças físicas.

Que o cristão viva santamente, confiando em Deus, e nada terá a temer por parte do Maligno.
“Se Deus está conosco, quem estará contra nos?”  (Rm 8,31). 
 

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sexta-feira, 12 de julho de 2013

Krzyż XXI wieku



Krzyż!
Dlaczego?
Boję się krzyża
Jest ciężki
Bardzo rani
Krzyż XXI wieku!
Krzyż dzieci niechcianych, zamordowanych siłą wewnątrz swoich matek;
Krzyż dzieci, których jedynym domem jest ulica, jedynym pokarmem są resztki z barów, lub ze śmietników, jedyną pracą jest żebrać…

Krzyż rodzin bez dialogu
Krzyż młodzieży bez ideałów
Krzyż chciwości bogatych
Krzyż ateizmu, materializmu i liberalizmu
Krzyż przekleństw
Krzyż nałogów
Krzyż pysznych
Krzyż egoizmu w sercu
Krzyż nienawiści wewnątrz ludzi
Krzyż przelanych łez w rodzinach
Krzyż kłamstwa
Krzyż psychozy erotycznej
Krzyż  morderstw i morderców
Krzyż niewierności
Krzyż zdradzonych i zdrajców
Krzyż skrzywdzonych niesprawiedliwie
Krzyż chorych
Krzyż prześladowanych
Krzyż głodnych i bezdomnych
Krzyż tylu bólów i cierpień wśród nas…

Oddal ode mnie ten kielich, lecz niech będzie Twoja a  nie moja wola...
Ojcze, ja wierzę, że jutrzejszy krzyż nie będzie krzyżem bólu, cierpienia, lecz będzie nowym znakiem życia – ZMARTWYCHWSTANIEM!

Amen.
Pe. Jan Zasowski


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quinta-feira, 11 de julho de 2013

JA JESTEM ZMARTWYCHWSTANIEM I ŻYCIEM…



Bojaźń przed śmiercią, przed tą wielką tajemnicą, prześladuje człowieka.
Człowiek nosi w sobie dynamizm życia… po to był powołany do życia, aby żył pełnią życia. Dlatego w człowieku to pragnienie, aby ciągle mógł żyć. Kiedy człowiek ma świadomość, że zbliża się koniec chociażby już nie miał sił, jeszcze chce pomocy, aby mógł żyć… Trudno człowiekowi zgodzić się na śmierć.

Lecz śmierć jest nieunikniona. Tak jak rodzimy się, tak też przychodzi czas odejścia… nowych narodzin… poprzez śmierć.
Wszyscy musimy tego doświadczyć. W obliczu śmierci każdy człowiek jest taki sam. Taki sam jest bogaty, biedny, nędzarz, mądry, głupi, pokorny, pyszny, władca i sługa – wszyscy w obliczu śmierci musimy upaść na kolana… O wszystkich będzie znana prawda i wszyscy zrozumieją, że w tym o to momencie musi istnieć uczciwość, ponieważ wszystko by było sprzeczne, aby iść na spotkanie Prawdy bez prawdy, na spotkanie Miłości bez miłości…
W tym spotkaniu tak jak kryształ będziemy przejrzyści i nic nie będzie odięte  i nic nie będzie dodane. Staniemy z prawdą przed PRAWDĄ…

Również Chrystus przeszedł przez śmierć.
Też był położony do grobu, lecz ten grób stał się nowym narodzeniem – przejściem – Zmartwychwstaniem.
Grób Chrystusa ukazał nowy sens w historii ludzkości.
Z tego grobu cały świat i całe stworzenie – usłyszało nową wiadomość – radosną wiadomość: Nie ma już więcej śmierci kto w Chrystusie umiera – żyć będzie wiecznie!

Ten kto słucha Chrystusa poprzez życie i idzie z Chrystusem poprzez życie, odchodzi z Chrystusem – umiera z Chrystusem i rodzi się do nowego życia w Wieczności z Chrystusem.
Przechodzi poprzez doświadczenie fizycznej śmierci, ale wnet się obudzi do życia w Chwale, uczestnicząc w nowym narodzeniu,  w Zmartwychwstaniu.

To co stało się z Chrystusem, również stanie się z nami jeżeli wierzymy i realizujemy to, co nas nauczał i naucza.
„Kto wierzy we mnie, chociażby umarł żył będzie wiecznie” (J 11,25)
Śmierć dla chrześcijanina, nie jest końcem, lecz początkiem nowego życia, które nigdy nie będzie mieć końca.

W dobrym zrozumieniu śmierć dla chrześcijanina, który starał się poprzez życie wypełniać przykazania Boże, jest realizacją wszystkich wysiłków i trudności, jest promocją życia wiecznego.
Wszystko co było w naszym życiu ziemskim wartością przejdzie z nami do radości w Niebie.

Oto wypowiedź samego Jezusa: „Ja jestem Zmartwychwstaniem i Życiem” (J 11,25).







Pe. Jan Zasowski



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